Eu saí do orkut.
Adianta?
Não.
Toda vida é material pra um tablóide inglês.
descalçaesemcaneta. Tchau.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Diálogos impertinentes (zilhonésimo)
A: Oi
B: Oi
A: Mudei de idéia.
B: Sobre?
A: Ah, sobre sua mão.
B: O que tem a minha mão?
A: Não é mais tudo aquilo...
B: Quê? Tudo aquilo o que?
A: Era como aquelas bolinhas com espinhos que prendem na calça quando a gente tá no mato.
B: Tá louca.
A: Aham.
(abraço)
A: Tchau tchau
B: (...)
(a luz abaixa. B acha um sentido, só não lembra onde guardou. A perde os sentidos e nunca mais encontra)
B: Oi
A: Mudei de idéia.
B: Sobre?
A: Ah, sobre sua mão.
B: O que tem a minha mão?
A: Não é mais tudo aquilo...
B: Quê? Tudo aquilo o que?
A: Era como aquelas bolinhas com espinhos que prendem na calça quando a gente tá no mato.
B: Tá louca.
A: Aham.
(abraço)
A: Tchau tchau
B: (...)
(a luz abaixa. B acha um sentido, só não lembra onde guardou. A perde os sentidos e nunca mais encontra)
Aguarde. Amanhã...SAGA DO VINHO DAS SIMON PARTE II (não é hoje porque o negócio tem fotos)
Amarante, casa comigo?
O cara dá um pau nos jornalistas imbecis
Tão fofo e meiguinho...ohnnn...
Amarante, casa comigo?
O cara dá um pau nos jornalistas imbecis
Tão fofo e meiguinho...ohnnn...
Acabada a aula (eu participei ativamente, mesmo sendo segunda-feira)...
Professora: "Querida, você dorme bem?"
Eu: "Não, não durmo não"
Professora: "É, é visível"
Exercício de auto-afirmação: Eu fico linda de olheira.
A realidade: eu nasci com olheiras.
Mas uma verdade: cara-de-cansada é a nova cara-de-saudável.
Meu melhor sono foi em um ônibus a caminho de Trancoso. O que importa não é onde, como e com quem você dorme. É o que acontece quando você tá acordada, sacou?
With insomnia, nothing is real.
Everything is far away. Everything
is a copy of a copy of a copy.
Professora: "Querida, você dorme bem?"
Eu: "Não, não durmo não"
Professora: "É, é visível"
Exercício de auto-afirmação: Eu fico linda de olheira.
A realidade: eu nasci com olheiras.
Mas uma verdade: cara-de-cansada é a nova cara-de-saudável.
Meu melhor sono foi em um ônibus a caminho de Trancoso. O que importa não é onde, como e com quem você dorme. É o que acontece quando você tá acordada, sacou?
With insomnia, nothing is real.
Everything is far away. Everything
is a copy of a copy of a copy.
domingo, 7 de setembro de 2008
Em algum lugar eu tô dormindo, com os pés enrolados no meu lençol verde-claro. Em uns minutos eu vou ouvir o despertador do celular, abrir a janela e olhar o calendário. Com os fantasmas devidamente enterrados. Escovo os dentes e dou risada com a boca cheia de pasta: "que merda que eu tava pensando naquele tempo?".
Acordada, com lençol verde, mas sem os pés enrolados (ainda). Em uns minutos eu vou tirar essa roupa e ir dormir, fechar a janela e olhar o calendário. Esses fantasmas rodeando. Escovo os dentes e respiro fundo com a boca cheia de pasta: "quando eu vou parar de pensar nessa/e merda?"
O negócio é mudar de lençol. O resto vai mudar junto.
Acordada, com lençol verde, mas sem os pés enrolados (ainda). Em uns minutos eu vou tirar essa roupa e ir dormir, fechar a janela e olhar o calendário. Esses fantasmas rodeando. Escovo os dentes e respiro fundo com a boca cheia de pasta: "quando eu vou parar de pensar nessa/e merda?"
O negócio é mudar de lençol. O resto vai mudar junto.
sábado, 6 de setembro de 2008
147.
Coragem e covardia em papel verde com seu telefone. Tanta coisa que é sempre melhor escrever, mas deletei qualquer (não, não todos) os rastros desses dias, semanas e meses em que nada que me para(sse) aos olhos importa(ria). Tomei umas horas de um sábado, outras de uma quarta, umas poucas de uma segunda. Levou minha coragem. Piquei o bilhete do filme, e a data que eu descobri ser do aniversário, e a foto que me deram(numa brincadeira, que todos sabiam que era séria). Tanto tempo depois, vi o começo da linha e lembrei da música e das cenas que eu perdi. Perdi mais. Perdi muito. Nãoperdiporquenuncativeenuncativeporquenuncaquisvocênãoquis.
Covardia essa de não explicar. Fugimos. Silenciamos. e deixamos alguns por aí. Esse lado da rua e meus sapatos vermelhos, minha bolsa preta e as mãos. que não são, foram ou quiseram ser.
Toda manhã é uma repetição. Acordar e pensar muita merda.
Covardia essa de não explicar. Fugimos. Silenciamos. e deixamos alguns por aí. Esse lado da rua e meus sapatos vermelhos, minha bolsa preta e as mãos. que não são, foram ou quiseram ser.
Toda manhã é uma repetição. Acordar e pensar muita merda.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
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